Sobre


Como sujeitos de uma sociedade complexa estamos emergidos em convenções morais que abrangem legalidades e ilegalidades. Nem tudo o que é legal é legítimo e o ilegítimo pode se tornar legal. Relações de interesses permeiam nossas práticas e valores estabelecidos. A ambiguidade das normatividades, que sustentam o nosso modo de viver e nos reprimem, nos confunde e movimenta. Assim, a moral é constantemente destrinchada, reconstruída e questionada. A punição é um modo de controle, por isso é preciso conhecer quem pune e quem é punido. Compreender os recortes de raça, gênero, classe e sexualidade, além de romper com uma ingenuidade, permite entender nossos privilégios e seus limites. Considerando o atual cenário de instabilidade política, a décima oitava edição do Festival do Instituto de Artes estabelece o tema “(I)LEGALIDADES” a fim de suscitar o debate acerca dessas relações (que também são de poder) dentro dos espaços que a arte alcança e habita (dentre eles a academia, um lugar de legitimação tal como exclusão), e do modo que artistas abordam as questões de legalidade e ilegalidade. Qual a importância da representatividade e como se dá a ilegalidade dentro da arte? Quais os limites da subversão artística dentro e fora da academia? Em meio a essas relações, quem é você nas disputas de legalidade? o que você considera legítimo? Quais interesses atravessam os seus e o que lhe privilegia? Quem protagoniza as artes presentes no seu dia-a-dia? O FEIA 18 convida os interessados em elaborar essa discussão a compor conosco essa edição, pensar espaços e questionamentos

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